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Como o Aeroporto de Brisbane está repensando o varejo de padarias com automação "Lift-and-Go"

Como o Aeroporto de Brisbane está repensando o varejo de padarias com automação "Lift-and-Go"

2026-02-03



A essência:Os aluguéis elevados e a escassez de mão-de-obra estão a fazer das vitrines tradicionais nos aeroportos uma aposta arriscada.Provámos que não é preciso uma loja completa ou uma equipa enorme para vender produtos de panificação de qualidadeUsando um sistema especializado de entrega por elevador, um operador de padaria local conseguiu transformar uma pequena pegada numa fonte de receita 24 horas por dia, 7 dias por semana.

O problema: O crescente custo de ser "aberto"

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No caso dos aeroportos australianos, o jogo do retalho está a mudar. Já não se trata apenas de ganhar o melhor lugar, mas de sobreviver às despesas gerais.

  • A dor de cabeça do pessoal:Encontrar pessoal confiável para os voos das 3 da manhã é quase impossível e incrivelmente caro.
  • O Espaço Premium:O aluguer é muito alto para desperdiçar metros quadrados em armazéns ou grandes balcões.
  • O fator de fragilidade:Não se pode vender um croissant fresco numa máquina de venda automática, se ele cair um metro num lixo, o produto está arruinado e a marca danificada.

A estratégia: Por que abandonamos o contador tradicional

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A equipe do projeto analisou três maneiras de entrar no terminal de Brisbane:

  1. Um quiosque tripulado:Despedido devido ao pesadelo logístico das rotações de turnos e dos altos custos de mão de obra.
  2. Vending de gravidade padrão:Dispensa imediata. As máquinas de "caída" destroem bolos escamosos e parecem baratas.
  3. O sistema de elevadores:Este foi o vencedor. Ofereceu a eficiência da automação mas manuseou a comida com o cuidado de um servidor humano.

Implementação: Construído para a agitação do aeroporto

Não se tratava apenas de ligar uma máquina, tratava-se de adaptar o fluxo do viajante.

  • Entrega em gravidade zero:Utilizámos um sistema de elevação suave. Uma bandeja interna sobe ao nível do produto, aceita-o suavemente e baixa-o até à escotilha.
  • A escotilha "Amigável às bagagens":A maioria das máquinas faz-nos agachar-nos para o chão, colocámos a carrinha à altura da cintura para que os viajantes com malas ou mochilas não tenham de lutar para pegar a comida.
  • Transformando Espaço Morto em Lucro:A unidade foi colocada em uma zona de alto tráfego que era pequena demais para uma loja, mas perfeita para uma unidade autônoma.

Os resultados: além da fase piloto

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O local do Aeroporto de Brisbane passou rapidamente de um "teste" para uma parte essencial do negócio do operador.

  • Para o viajante:É uma opção para ir e vir com tempo de espera zero, mesmo durante as "horas fantasmas" quando outros cafés estão fechados.
  • Para o operador:É um ativo de baixa manutenção e alta produção, sem problemas de pessoal, com um desperdício mínimo e uma pegada que se paga a si mesma.

A conclusão: A vitrine está se tornando opcional?

Este projeto confirma que em ambientes de alto fluxo como aeroportos ou centros de trânsito, você nem sempre precisa de uma "loja".A automação pode superar um arrendamento tradicional todos os dias da semana.

Para marcas de padarias e investidores de varejo, este é o modelo para escalar rapidamente sem a sobrecarga de uma construção física.